Ciência & Letras

Políticas de Controle do HIV/AIDS no Brasil e em Moçambique


 


Exibido em 20/06/2017


Apesar da epidemia de HIV/AIDS ainda não estar sob controle, já é possível observar algumas conquistas. De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (Unaids), entre 2004 e 2014, houve uma redução no mundo de 42% de mortes e de 58% de infecção entre crianças. No entanto, Moçambique, país da África Subsaariana, área mais afetada pelo vírus, registra cerca de 1,5 milhão de pessoas vivendo com HIV e o Brasil, 730 mil.

A situação nesses países, sobretudo na África, é tão alarmante que, em 2010, pesquisadores e docentes da Faculdade de Letras e Ciências Sociais, da Universidade Eduardo Mondlane (FLCS/UEM), de Moçambique e a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz), organizaram a coletânea "Políticas de Controle do HIV/AIDS no Brasil e em Moçambique". A publicação traz comparativos entre as realidades dos dois países nas ações de prevenção e controle da infecção.

A doutora em sociologia e pesquisadora do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (DISS/ENSP/Fiocruz), Nair Telles e a doutora em Saúde Pública, professora titular da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e chefe do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (DISS/ENSP/Fiocruz), Maria Helena Barros conversam sobre a obra com o apresentador Renato Farias.
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